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A amamentação passa a ser um recurso pouco utilizado

A amamentação passa a ser um recurso pouco utilizado

Hoje em dia é muito comum encontrarmos, no meio da rua, em um parque ou supermercado, uma mãe amamentando seu filho. Seja qual for o local, o importante é que não falte leite ao seu bebê, que o leite materno seja um recurso bem utilizado e que o bebê seja melhor alimentado.

Apesar de nos depararmos com esses tipos de cenas, acho que a cada dia mais mulheres não seguem as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que exige pelo menos 6 meses de aleitamento materno exclusivo para o bebê. Apenas 25% dos bebês com menos de 6 meses bebem apenas leite materno. Eu me pergunto por que a amamentação está se tornando um recurso tão subutilizado e valorizado. Por um lado, existe o fator estético. A mãe entra em pânico só de pensar que pode ter seios caídos. Por outro lado, falta paciência e persistência. A amamentação, como qualquer outra medida, requer tempo e prática. Você não pode desistir da primeira vez. Além disso, não faltam orientações sobre a melhor forma de amamentar. E além de tudo isso, existe o fator tempo. Não tendo

O tempo já se tornou a desculpa perfeita para não fazer muitas coisas. Muitos berçários já estão suficientemente preparados para alimentar os bebês com o leite materno. Eu acho que se uma mãe decide não amamentar por algum desses motivos, é porque ela não tem consciência ou conhecimento. Os benefícios nutricionais, de crescimento e de desenvolvimento do leite materno para o bebê são enormes. Isso os torna menos vulneráveis ​​a doenças e até representa uma economia econômica para a família. Comprar leite, mamadeiras, além de outras despesas que envolvem o recurso a fórmulas substitutas do leite materno, custa muito caro. Reconheço que amamentar ou não amamentar seu filho é uma opção e uma decisão pessoal e um direito de cada mãe. Por uma opção ou outra, ela não será uma mãe melhor ou pior. Porém, também reconheço que não é só a saúde do bebê que ganha com o leite materno. A mãe também é favorecida. Bem, ambos. A relação mãe-filho se torna muito mais próxima porque a mãe não só compartilha o leite com o filho, mas também o tempo, as emoções e a comunicação. Vilma Medina. Editor do nosso site

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