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O uso do celular não é prejudicial às crianças

O uso do celular não é prejudicial às crianças

Os telefones celulares não são prejudiciais à saúde das crianças. Isso é indicado e confirmado pelas primeiras investigações sobre o uso continuado do celular desde a infância, realizadas por Alejandro Úbeda, chefe do Bioeletromagnetismo do Hospital Ramón y Cajal de Madrid, Espanha.

O telemóvel não dá provas de nocividade a longo prazo. Isso representa um risco para as crianças apenas quando não há uso razoável de telefones ou supervisão dos pais sobre o uso desses dispositivos por seus filhos. A falta de controle no uso desses dispositivos pode levar a criança à dependência e ao vício total, e a ter problemas de longa duração com ansiedade e falta de concentração.

É claro que os benefícios ou prejuízos dos avanços tecnológicos dependem muito do uso que se faz deles. Os limites devem existir não apenas para o uso de telefones celulares, mas também para o uso de videogames, televisão, consoles portáteis e computadores. As crianças precisam de limites. Úbeda também destacou que ter uma antena de celular perto de casa não quer presumir que os moradores da região possam desenvolver doenças. Segundo o especialista, não há dados que suponham que morar perto de uma antena seja prejudicial. A radiação emitida pelas antenas dos celulares que chega às pessoas tem uma potência muito baixa, inferior à intensidade com que os seres humanos recebem os sinais dos celulares, e que as paredes dos edifícios absorvem as ondas emitidas pelas antenas, uma vez que estas não são direcionadas para as casas. Ele garante que os problemas de saúde que podem ocorrer nos vizinhos certamente são por outra causa. Vilma Medina. Editor do nosso site

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